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Com foco em vender tecnologia de suporte para escolas públicas e privadas, foi lançado o Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, que tem o objetivo de auxiliar no avanço da educação no país. Voltado para escolas, editoras, empresas, edtechs, ONGs e fundações, o ecossistema, que faz parte da Positivo Tecnologia, promete transformar o processo de ensino-aprendizagem, de acordo com a necessidade de cada instituição ou rede de ensino. 

Para isso, foram estruturadas suítes pedagógicas e de hardware para a educação básica de língua portuguesa, matemática e STEAM (acrônimo em inglês para Artes, Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). As ações atendem tanto as escolas pública quanto privadas.

“Conhecemos profundamente os desafios da educação brasileira. Há quase três décadas produzimos soluções educacionais para as diferentes necessidades e sabemos a importância de conectar tudo e todos para fazer a educação acontecer. Estamos colocando em prática um novo jeito de pensar e fazer a educação no Brasil”, afirma o vice-presidente do Educacional Alvaro Cruz.

Apesar de existir diversas soluções educacionais, Cruz ressalta que as escolas têm dificuldade para identificar e escolher as mais compatíveis e alinhadas com a metodologia e estrutura da instituição. Outro ponto destacado pelo profissional é a dificuldade para avaliar o impacto de softwares e aplicativos no desempenho dos alunos e como  isso reflete nos indicadores, que são mapeados e acompanhados tanto pela própria instituição quanto pelo governo. 


“As suítes do Educacional foram pensadas para apoiar nessas dificuldades, pois incluem diagnóstico, curadoria e, se for preciso, indicação e mudança de rota, tudo baseado em análises e indicadores estratégicos integrados”, explica. Além das escolas, as edtechs, também se beneficiam do modelo do Ecossistema, uma vez que o ele promove acesso à área pública, permitindo a participação em licitações e contratos.


“Não vamos só unir softwares e apps, por exemplo. Vamos conectar o ecossistema de edtechs para que acessem os mercados público e privado de educação, e tornar a gestão da escola mais estratégica na medida em que os professores poderão acessar indicadores de engajamento e performance dos estudantes em tempo real, com informações personalizadas para avaliar quais os melhores caminhos para se desenvolverem”, explica Cruz. 

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